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domingo, 15 de janeiro de 2017

Fim de férias: Ahhh os domingos... A partir do dia 22 de Janeiro muito Pagode, Groove e Black Music na rádio Jabuticabeira

Programa no Pagodjé - Melhor do Pagode anos 90


Programa Ecos do Teleco Teco - O melhor do groove, samba, samba-rock e samba funk


Espaço do Drama - O melhor da Black Music

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Ahhh ela disse sim...




Olha só quem vai estar recheando as páginas do blog Ecos do Teleco Teco. Talita Santos aceitou nosso convite e vem com seu olhar aguçado e jeitinho acolhedor falar sobre música,  os grupos e projetos estão fazendo por aqui, por aí e por ali. Com certeza vamos ter boas histórias e poesias musicadas. A equipe do Ecos do Teleco Teco lhe da boas vindas Tatá.😊😊😊😊

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Pois é meus queridos, agora é oficial voltamos!

Agora é vero... ou sério... bom nem tão sério assim kk Voltamos com novos planos, menos insanos mas pensando em muita música. Viva todo mundo que gosta de boa música!

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Sapeca sua viola, percussão ou caixa de fósforo e corre, que os “hómi” podem te pegar.

Semana passada fui em um terreiro de samba da pesada em uma cidade vizinha a minha terrinha. Além da preocupação explicita com os convidados outra coisa atormentava seus organizadores que era  a possibilidade da polícia chegar e acabar a festança pelo simples fato de estarem fazendo música boa. E voltamos ao tempo da censura meus queridos.... Sapeca sua viola, percussão ou caixa de fósforo e corre, que os “hómi” podem te pegar. Eu acho lindo os discursos relativos a liberdade cultural, disseminação de novas formas musicais, muitas vezes discursada até por este mesmo poder público, e sempre  somadas a críticas com relação ao desenvolvimento musical, perspectivas  e outros “lero leros” disparados por nós da grande massa. E ai você vai dizer: “Porque tanto ódio no coração negão?”. Eu vou te explicar, existe uma censura que começa a tomar conta das cidades, contidas em leis do silêncio e outras intervenções, que nada mais são que injeções letais a qualquer forma de desenvolvimento não só  musical, mas social. Pode me carimbar de saudosista,  eu concordo, e sei que será muito difícil revermos encontros  improvisados como se davam nos tempos idos  em praças, botecos  abertos ou locais públicos onde,  além do conhecimento erudito o caboclo tinha que ser  sacudido no  improviso, aquelas coisas que só os de  alma  musical e mente aberta conseguem praticar. E  é por isto e muitos outros "istos" que  reafirmo  existir um processo silencioso e bem arquitetado para  acabar com os ambientes de  diálogo e encontros culturais que fazem as pessoas  refletirem seu papel neste nosso universo de dominantes e dominados. Se Deus quiser vamos vencer e ninguém ou quase ninguém vai ficar preso, né? Esta conversa me fez lembrar até um samba de Tio Hélio e Campolino, vejam se não tem a ver com a história....

segunda-feira, 2 de maio de 2016

"Se o povo não desafinasse, o cantor vivia de pedir esmola"

Salve meu povo.... Frio? Esses dias  ouvi muito  Pedro Miranda, não sei se vocês conhecem, Grupo Semente, Teresa Cristina, Lapa Moderna... e por aí vai. Uma obra muito legal, acho que devem ser três discos com músicas muito sacadas e claro aquela boa pimentinha musical, essencial para tempos em que a grande mídia continua empurrando um monte de coisa ruim no ouvido da geral.  
Mas a conversa é outra; tem uma música muito legal de Miranda que se chama “Meio Tom”,  que tem um refrão muito bem  sacado: “Se o povo não desafinasse, o cantor vivia de chapéu de esmola”. Nela o sujeito vai ao médico, escola e o &*#@ a quatro para tentar adequar seu jeitão a um suposto padrão musical...  Em  poucas linhas  genialmente Miranda critica a “falta” de aceitação a novos  trabalhos e propostas musicais. Como resultado sobra aos nossos ouvidos e cérebros, muita música que serve só para movimentar cardumes viciantes. Viche, já pensou na hipótese de um mundo onde todos tivessem um canário do reino no gogó? Haja "esmola" meu povo. 

terça-feira, 3 de setembro de 2013

"Corta para 18" e mais uma da Legião Urbana

Salve!

Todo dia quando estou voltando de meu trabalho não consigo deixar de observar pelas televisões do caminho as programações que são exibidas; como diriam alguns amigos, "isto é coisa de universitário". Mas chega a ser impressionante o número de almas que "trocaram" suas novelas pela violência travestida em programas televisivos. "Corta para 18" virou jingle de normalidade, e isto as vezes dá medo. Há algum tempo a Legião  musicou este cotidiano que em dias de  hoje  "parece  tão normal", "afinal amar o próximo é tão demodê", né?

 

Baader-Meinhof Blues
Legião Urbana

A violência é tão fascinante
E nossas vidas são tão normais
E você passa de noite e sempre vê
Apartamentos acesos
Tudo parece ser tão real
Mas você viu esse filme também.

Andando nas ruas
Pensei que podia ouvir
Alguém me chamando
Dizendo meu nome.

Já estou cheio de me sentir vazio
Meu corpo é quente e estou sentindo frio
Todo mundo sabe e ninguém quer mais saber
Afinal, amar o próximo é tão demodé.

Essa justiça desafinada
É tão humana e tão errada
Nós assistimos televisão também
Qual é a diferença?

Não estatize meus sentimentos
Pra seu governo,
O meu estado é independente.

Já estou cheio de me sentir vazio
Meu corpo é quente e estou sentindo frio
Todo mundo sabe e ninguém quer mais saber
Afinal, amar o próximo é tão demodé.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Batuqueiros reunidos.. é pau puro só! Vem pintando uma grande saideira musical em Piracicaba

Nada melhor que reunir os amigos em uma boa batucada de bambas... vem pintando mais uma saideira! 


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