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domingo, 12 de fevereiro de 2017

A influência e o poder da música na vida

Somos movidos a música. 
Impossível discordar dessa afirmativa.
Atividades cotidianas como dirigir ou limpar a casa, são executadas na maioria dos casos, embaladas pelas músicas favoritas.
Gosta de filmes? Como não conhecer a trilha sonora de Dirty Dancings, Titanic ou Indiana Jones.
Está em um casamento? A marcha nupcial anuncia que a noiva está entrando.
TV? Trilhas de novelas, vinhetas de comerciais são facilmente captados por nossos ouvidos e mesmo sem olhar para a televisão somos capazes de reconhecer do que se trata através da música.
Crianças? Quantas e quantas mães se utilizam de recursos musicais para ninar ou acalmar os pequenos.
A música está presente em nossa vida a todo momento.
Sempre temos aquela música que marca determinado momento da nossa vida ou que nos faz lembrar de alguém especial.
Vou relatar uma experiência bem bacana da minha vida com música.
Em outubro de 2016, decidi fazer uma peregrinação chamada Caminho do Sol. Uma caminhada de 241 quilômetros que tem como objetivo além da prática e prazer pela caminhada, refletir sobre a vida e buscar respostas para os grandes dilemas que passamos.
Como sou uma pessoa extremamente apegada a família e amigos, escrevi uma carta muito especial e pedi que cada pessoa me indicasse uma música para levar comigo.
Recebi ótimos “presentes musicados”. Baixei em uma plataforma eletrônica todas as indicações e fiz uma playlist para esses dias de caminhada.
Inacreditável o poder de cada musica, que naquele momento, tinha muito haver também com a energia de cada pessoa que havia me indicado. Quando estava num momento de extremo cansaço ou quando a vontade de desistir que é um estado natural do ser humano, eu colocava minha playlist e cada música serviu como alavanca para que eu concluísse com muito sucesso essa minha aventura.
Durante alguns trechos, meus amigos de caminhada, vendo minha força, me pediram se eu poderia compartilhar as músicas, para que o grupo andasse embalado pela mesma boa energia que me impulsionava.
Foram passos e mais passos cheio de música e bem mais alegres.
Logo, estarei partindo para uma próxima longa caminhada, um pouco maior e mais difícil que a última que fiz. E aqui, tenho um pedido muito especial a todos os leitores: você pode me dar um “presente musicado” e me indicar uma música para colocar na minha playlist?
Tem muito mais haver com carinho do que com ritmo, ok?
Vou esperar e receber todas com muito carinho e depois faço questão de dividir essa nova experiência também aqui no blog.
Desde já, agradeço de coração!
E desejo muita música na vida de todos nós!!!


sábado, 4 de fevereiro de 2017

Daniel Garnet - "Ú seu crâneo trinca" ele vem chegando no Ecos

Após   duas cocas geladas, conversas entre as partidas de basquete, e discussões filosofais olha o novo autor de nosso blog: Daniel Garnet. Ele vem  chegando nas páginas do Ecos do Teleco Teco trazendo informação, ritmo e muitas poesias musicadas. Garnet é MC, mestre em Educação, rapper, produtor e um dos fundadores do projeto Batalha Central de Piracicaba. Uma coisa é certa "ú seu crâneo vai trincar" nas postagens, seja bem vindo. 

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

A influência das mídias sociais na música...

Foi-se o tempo em que para ouvir nossas canções favoritas precisávamos tomar banho, escolher uma roupa bacana, conseguir uma carona, convidar amigos e enfim, sair pra ir a um clube ou barzinho para assistir um show...
Hoje, na era digital, de pijama e no aconchego do nosso lar, estamos ficando cada vez mais próximos a nossos ídolos.
Ok, não quero em momento algum dizer que é exatamente a mesma coisa, que se tem exatamente a mesma emoção.
Mas quando algum fator nos impossibilita de estar em determinado lugar, numa determinada festa, essas ferramentas são porretas!
E aí, as opções são milhares.
Já podemos “pedir amizade” ou “solicitar para seguir” nas redes sociais e acompanhar cada passo dos nossos ídolos. Podemos também dar aquele “joinha” nas páginas das bandas e ficar por dentro de tudo que acontece sem precisar comprar os jornais e revistas.
Depois, começou-se através dos vídeos gravados e posteriormente publicados no youtube, facebook e instagram. Digamos que já tínhamos dado um grande passo.
As bandas e grupos se colocaram mais a vista e a disposição do público. Estamos também na moda dos ensaios abertos. E quer coisa mais gostosa e descontraída que isso? Poder participar de perto da escolha do repertório, sugerir músicas, ver o ajustes de tons, ver o talento individual de cada integrante. Podemos dar pitacos a vontade, afinal, os músicos estão ali a disposição para isso.
E sobre os lançamentos? Antes precisávamos esperar os LPs ou CDs chegarem as lojas. Nossa Senhora da Ansiedade ficava com as orelhas fervendo. Ahhh, os dias de hoje! Em pouquíssimo tempo após o anuncio, as plataformas de música já estão com tudo lá disponível. Um clique e pronto: a canção já está no seu celular para você escutar quantas vezes quiser.
Está escutando uma canção e quer saber qual é? Simples. Tem app de reconhecimento de música. Basta colocar um trechinho e ele busca, nome, artista, disponibiliza a letra e a canção para escutar. Impressionante não é mesmo?
Se quiser se aprofundar na história de determinado cantor, escutar suas músicas mais antigas, tá tudo ali disponível. A internet veio pra facilitar e muito nesse sentido, como por exemplo, encontrar todo tipo de informação que você precisa. Santo Google!  
Como tudo que é bom ainda pode melhorar, agora existe as live. Ohhhh, coisa boa!
Confesso que sou fã desse recurso. Esse ano então, tenho acompanhado vários artistas dessa forma. Em tempo real, você pode assistir o show, comentar, pedir música, mandar ou pedir beijo pra mãe,pra tia e pro cachorro, pode fazer perguntas e mostrar que você está ali, ligadinho em tudo que está acontecendo.
Se tá todo mundo usando direitinho essa ferramenta: claro que não. Como tudo nesse mundo, existem pessoas que não tem bom senso. Mas uma coisa é certa: sabendo usar com responsabilidade, tantos as bandas como nós fãs, somos muito beneficiados.
Você tem a chance de acompanhar programas de rádio, bastidores de TV, divulgação de trabalho, agenda de shows, passagens de sons, o próprio show, tudo através das live, que estão disponíveis nas duas redes sociais mais utilizadas: Facebook e Instagram. Em qualquer lugar do planeta que você esteja, se tiver uma conexão com a internet, pronto; você estará acompanhando tudo de "perto".
Acredito que não para por aí: muita coisa boa ainda está para chegar. A ideia é uma só: conectar as pessoas e fazer com que a música atravesse fronteiras e vá muito mais longe.

Nós que somos apaixonados por música, agradecemos e muito! 

Banda da Sapucaia 2017: Pois é! Bem vindo a Salvador!

Boas lembranças me trazem a Banda Sapucaia. Lembro que era um dos raros momentos em que 
podia reencontrar meu falecido pai para trocarmos algumas figurinhas, aquecer as turbinas para a semana de carnaval que viria depois, e claro encontrar tanto meus amigos quanto  figuras folclóricas de Piracicaba como Saponga e  John Lenon. Também é bom lembrar  que participei de um dos primeiros grandes blocos deste evento, o bloco Quilombola,  por alguns anos. Meu amigo aquilo era gostoso demais. Porém a festa foi crescendo e infelizmente, sua organização não deu conta de tal crescimento;  muitos problemas surgiram e a violência agrediu a alma foliã deste encontro. Confesso até que quando resolvi escrever este post, a princípio pensei em uma crítica ferrenha a nova idéia de uma Sapucaia paga, seguindo  moldes do carnaval baiano que além de  preços nem um pouco populares, pelo menos na minha realidade atual, reforçam o velho chavão sempre utilizado nestes tipos de escolha: "Infelizmente tivemos de usar de tais cobranças para selecionar as pessoas". Mas ao contrário do que muitos possam imaginar, a razão que primeiramente me levou a escrever este post acabou se tornando uma dúvida: Quem são os maiores responsáveis pela despopularização da festa? A organização que capitalizou elitizando a festa a fim de mantê-la "viva" ou nós, "antigos" foliões que não sabendo valorizar e preservar a grandeza deste encontro popular,   mais uma vez envoltos pela preguiça,  de exigir a colaboração e apoio de órgãos competentes, vemos mais um evento popular,  familiar e público, começar a fugir de nossos dedos?  Sejam bem vindos a Sapucaia  das cordas, sejam bem vindos   a Salvador.

*Montagem foto Saponga e Bloco Olodum

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

A primeira do Dé Bertine: Um pouco mais de paciência

Assim como o pernambucano, peço um pouco mais de paciência, por favor. Chegamos ao fundo do poço da intolerância humana e o motivo, para mim, é a pressa. Além da geração do eu e da geração tudo o que eu quiser, o cara lá de cima vai me dar, somos resultado do uso descontrolado do controle remoto, zapeando de emprego, de carro, de mulher e de amigos. Mudamos, pois podemos! Viva o novo! É a liberdade que a propaganda de cigarro pregava na época, quando fumar não era, assim, tão feio. Éramos mais pacientes e compreensivos quando tínhamos que nos levantar do sofá para mudarmos de canal. Éramos mais tolerantes na época dos toca-discos, quando tínhamos que ouvir três músicas que não gostávamos para, então, chegarmos na nossa preferida. Ou quando esperávamos o motor do carro a álcool esquentar com o afogador. Ou com forno a gás antes do micro-ondas, quando a fome aguentava esperar mais do que quarenta segundos. Ou ainda com o fax antes do e-mail e antes dele, a carta. Mais lentos, porém mais felizes, olhávamos nos olhos e esperávamos que o outro terminasse a frase antes de começarmos a falar. As notícias vinham escritas em um jornal que era impresso uma vez ao dia, nos permitindo, assim, uma melhor digestão dos fatos e do café da manhã. Hoje não. Com essa agilidade de informações se um japonês espirrar do outro lado do mundo, dá tempo de, educadamente, desejarmos saúde. O problema é que com essa pressa não há mais tempo para a cordialidade e educação. Time is money, e o tempo não para. Até um aperitivo antes do almoço, solicitado, a lá carte, ao garçom perdeu o sentido nesse mundo self-service pago com cartão de débito-digite-a-senha-por-favor. Sem nos olharmos nos olhos. Tudo é para ontem. Tudo é urgente, imediato. Sejamos sinceros: quantos ainda leem livros da dedicatória à última página? Ninguém mais tem tempo e o mais engraçado é que os que reclamam dessa situação nada fazem para mudar. Parece que sempre esperamos um susto, como um enfarte, para levarmos a vida com mais calma e leveza. Temos é que aprender com o Lenine, afinal a vida é tão rara...

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Se você achou que já estava bom.... Olha quem acabou de chegar em nosso furdunço musical!


Após intensas negociações em butequins e churrascos administrativos o blog Ecos do Teleco Teco finalmente anuncia sua nova contratação. Vejam a ficha técnica deste "moçoilo" que entra para a nossa animada trupe: Escritor do jornal CONTEXTO de Rio das Pedras, cantor, fundador do bloco dos Boçais, compositor (com dois discos gravados), detentor (olha que termo chique) do Fio do Bigode Records, filósofo, jogador de boche (ou bocha), músico do Projeto raizeiro, membro do Xô Segunda, torcedor do XV de Piracicaba e claro parceiro de infindáveis reuniões etílicas.. com vocês Dé Bertini!!  E o que Bertini vem nos trazer? Histórias, contos e "causos" das coisas musicais que ocorrem dentro do "Fio do Bigode"  e claro fora dele também. Seja bem vindo meu parceiro...

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Detalhes nada obscuros dos bastidores de um show pra lá de especial...

É uma delícia sair de casa para ver um show daquela banda que adoramos e conseguir assistir da primeira a última música. Temos a sensação que conseguimos aproveitar o show todo e não perdemos nenhum detalhe. Certo? Nem tanto.
Acompanhei de pertinho toda a preparação, os bastidores, tudo o que acontece antes da banda subir ao palco e claro, o que acontece depois do show acabar.
Escolhi uma banda muito especial: a Zaíra. Os meninos já estão no cenário musical há mais de dez anos, com praticamente a mesma formação desde o início. A banda tem em suas raízes o forró e a mistura de diversos estilos que compõe um som totalmente diferenciado e com músicas autorais, o que dá ainda mais credibilidade e originalidade a banda.
De uma organização impecável, eles criam e segue um roteiro com atividades e horários a serem desempenhados para que tudo ocorra de forma correta e sem imprevistos.
Começa-se a preparação: reúnem-se todos no escritório da banda e cada um já com suas funções definidas carregam e se alocam no transporte que vão os levar para o show. Na van rola de tudo: desde detalhes do show como repertório, tons, troca e afinação de instrumentos. Rola também muito alto astral e boa energia: começa-se desde ali um momento de pura descontração para que a sintonia da banda seja uma só. Segredinho: existe um repertório que vai muito além do forró que eles se divertem e muito no caminho para o show e ali tudo é permitido; cada um faz seu pedido musical e os meninos se viram nos 30 para tocar o que garante muitas gargalhadas com as letras inventadas e invertidas.   
Eles assistem alguns vídeos de apresentações anteriores, lembram de shows e situações que já passaram pelas estradas da vida e tudo isso regado a muita, mas muita risada mesmo.
Chegando ao destino, observa-se o cenário: público, estrutura, conhece-se a cidade e o local onde vai ser realizado o show. Logo em seguida, os meninos da técnica começam com a montagem e organização do palco e os músicos a fazem a passagem de som. Mais disso aqui, mais grave ali, aumenta um pouco lá e agora tudo pronto: vamos esperar para o show começar.
Eles vão ao camarim para a produção do figurino, continuam no mesmo ritmo de piadas e risadas, se alimentam e hora de subir ao palco com os fãs enlouquecidos esperando pelo espetáculo. Show de luzes, músicas novas sendo apresentadas, as mais conhecidas na boca do povo, alguns aproveitam para dançar juntinho, outros com os olhinhos vidrados acompanhando cada movimento dos músicos e de toda a apresentação (esse é o meu caso... rs)
"Dance do jeito que você quiser" é uma das músicas e a grande proposta da banda para que o público fique bem a vontade para interagir e se soltar da forma que quiser, pois o importante mesmo é a diversão, a troca de energia e carinho. 
Mais de uma hora de muita adrenalina, boa troca com o público, mais uma experiencia incrível na bagagem e aquela dorzinha no coração na hora de se despedir! A certeza de que em breve, precisam voltar ali: a cidade linda, o público muito especial, vibe boa e logo retornaremos para casa.
Acabou? Não!
Como disse, estava tendo o privilegio de acompanhar a Banda Zaíra e os meninos, em TODOS OS SHOWS, assim que acabam, atendem a TODOS os seus fãs, tirando fotos, autografando CDs, conversando com cada um que se aproxima para trocar algumas palavras e aproveitar para sentir como o som deles está chegando até o público.
A atenção e o carinho dispensando a cada que se aproxima é realmente impressionante o que mostra o porque estão há tantos anos na estrada e sempre com um público satisfeito e seguidor desse trabalho feito com tanto carinho.
Lista de chamada para saber se estão todos na van e hora de voltar para casa. Cansados? Todos. Dormindo? Nem todos. A noite ainda reserva algumas trocas de contatos para futuros projetos, impressões sobre o show o que foi positivo e negativo naquela apresentação e claro, continua o repertório das canções de bastidores até chegar ao destino final daquele dia, mas já pensando que daqui algumas horinhas tudo começa de novo, para o próximo show, graças a Deus!  


domingo, 22 de janeiro de 2017

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